Revir ao river

Era o tipo de cara que reclamava de tudo, o tipo de cara que tinha sorte, mas somente sorte no azar.   Caiu, e saiu chutando cadeira. Estava puto, xingou o oponente depois de perder a mão, como se a culpa fosse do outro, como se fosse possível achar culpados, como se adiantasse alguma coisa. […]

Don’t tell anyone

Cinco horas antes dessa FT no Aria, percebi um tell que me acompanha nos últimos 10 anos.   São Paulo, sala de reunião, fevereiro de 2003 As três da matina finalmente percebi o que significava aquela aposta. Não exatamente pelo valor, que variava conforme o pote, mas exatamente pelo movimento que o adversário fazia. Éramos […]